Pitch deck que os investidores abrem de verdade
Antes de escrever o follow-up, veja em qual slide o investidor parou mais tempo, direto pelo link que você mandou.
Prints de página inteira rolam num notebook 3D, telas de app respondem ao toque num celular 3D e hotspots levam a links. Um link que abre em qualquer navegador.
Por Franco Cirulli
Você manda o link do arquivo e o cliente abre um canvas com quarenta frames. Ele não sabe qual é a home. Clica em alguma coisa, o cursor de outra pessoa passa pela tela e ele fecha a aba. Chega na call sem ter visto nada, e os primeiros dez minutos vão para explicar a ferramenta em vez do design.
O arquivo de design é onde o trabalho acontece, não onde ele é visto. Quem não abre esse arquivo todo dia precisa de uma página que se comporte como página. É isso que um mockup de site é no i3Dify: seus prints na tela de um notebook 3D, num único link, sem nada para instalar.
Render estático corta. Uma landing de 6000 pixels colada num frame de dispositivo fica cortada na dobra ou encolhe até o texto ficar ilegível. Aqui a imagem se ajusta à largura da tela e rola na vertical, como a página rola no navegador, então o design inteiro é lido de cima a baixo, na largura real.
Os controles são separados de propósito. Arraste a tela ou use a roda do mouse e a página rola. Arraste o fundo e o notebook gira. As setas do teclado e o dock trocam de tela, e o contador acima do dock mostra o título que você deu a cada uma. Assim Home, Preços e Checkout estão onde o cliente espera quando você conduz a apresentação ao vivo numa call.
Um mockup de telas de app é a mesma ideia num celular 3D, e é ali que os hotspots mais trabalham. Hotspot é uma área clicável da tela que abre um link. Você clica num ponto, o botão de checkout por exemplo, e liga ele a um destino: a próxima tela, a versão em produção, a especificação, um fluxo gravado. O hotspot fica preso à imagem, então acompanha o pixel a que pertence enquanto a pessoa rola, em vez de ficar numa camada fixa por cima.
Aberto num celular de verdade, que é onde um link encaminhado costuma ser lido, esses hotspots respondem ao toque. Uma pasta de exports soltos vira um fluxo que alguém percorre com o próprio polegar. Vale dizer dois limites. Não há campos de formulário nem estado, então isto é uma apresentação guiada, não um protótipo. E a rolagem para no fim da tela atual: passar para a próxima é pelo dock ou pelas setas, nunca por acidente no meio de um feed.
Envie uma imagem por tela, arraste na ordem em que quer apresentar, dê um título a cada uma e publique. A montagem é só isso. O que o pessoal erra é o export, porque o viewer precisa da altura total da página, não do que cabia na janela quando você apertou a tecla.
No Chrome, fica no menu de comandos do DevTools, em Capture full size screenshot. No Figma, exporte o frame na altura real. PDF também funciona e cada página vira uma tela. Só que no celular uma página ajustada à largura da tela não ocupa a altura toda, então ela fica centralizada com faixas em cima e embaixo, sem rolar.
Capture em 1x, não em 2x. O viewer reduz a imagem antes de aplicar na tela 3D, então os pixels extras não acrescentam nada e só fazem quem abriu o link esperar. Eles também consomem os 50 MB do plano gratuito, e um conjunto de telas compridas de dashboard chega lá mais rápido do que parece.
Troque as telas no editor depois de uma revisão e o link não muda. O que está na caixa de entrada do cliente e o que foi colado num documento três semanas atrás continuam funcionando, e os dois mostram a versão atual. Ninguém volta com comentário sobre um design que você já descartou. Enquanto o trabalho está em revisão, o projeto pode ficar não listado ou protegido por senha em qualquer plano, inclusive o gratuito.
O arquivo de design é onde você trabalha. O link é para a reunião, para o encaminhamento e para a decisão que vai ser tomada três dias depois, sem você na sala.
Coloque sua próxima rodada de telas num notebook e num celular.
O Desktop Mockup mostra um notebook 3D e usa capturas na largura de desktop. O Mobile Mockup mostra um celular 3D e usa capturas na largura de celular. Ordem das telas, títulos, rolagem e hotspots funcionam igual nos dois, então escolha pela captura que você tem. Não há versão tablet.
Os prints bastam. Uma imagem comprida por tela, em PNG ou JPG, exportada na altura total da página e não cortada na área visível. PDF também funciona, uma página por tela. Não há importação do Figma.
Não. O link abre em qualquer navegador, no computador ou no celular, sem conta e sem nada para instalar. O mesmo projeto também pode ser incorporado num portfólio ou num estudo de caso como iframe.
Em parte. Um hotspot pode pular para outra tela, abrir um link ou mostrar uma nota, e continua respondendo ao toque quando o link é aberto no celular. Não há campos de formulário nem estado, então trate como uma apresentação guiada.
Sim. O projeto pode ficar não listado, acessível só por link e fora das buscas, ou protegido por senha. As duas opções funcionam em todos os planos, inclusive o gratuito.
O plano gratuito cobre 3 projetos e 50 MB, e mostra um pequeno selo do i3Dify no canto do viewer. O Pro custa US$ 3 por mês, ou US$ 24 por ano, remove o selo e acrescenta domínio próprio e analytics.
Envie um PDF ou algumas imagens, escolha um tipo de projeto e compartilhe o link. O plano gratuito já basta para testar.
Criar mockup de desktop